quinta-feira, 23 de julho de 2015

A história da BR-319 na Amazônia

Única ligação por terra entre Porto Velho e Manaus, a BR-319 é fruto do projeto de integração nacional promovido pelos governos militares nas décadas de 60 e 70.

Baseando-se na construção de rodovias e em incentivos à migração, a intenção do governo era possibilitar a ocupação da Amazônia de forma a garantir o controle estratégico sobre a região.

Neste contexto, a BR-319 foi aberta e construída entre 1968 e 1973. O asfaltamento da estrada foi concluído às pressas. Chegaram a ser usadas coberturas de plástico para proteger o piso durante a época de chuvas, em que normalmente as obras são suspensas.

A inauguração oficial aconteceu em 27 de março de 1976. Notícias da época ressaltaram o discurso do então presidente Ernesto Geisel em que ele disse que a abertura da estrada acontecia em caráter experimental.

O "experimento" foi encerrado por volta de 1988, quando a empresa que ainda explorava a linha Porto Velho-Manaus decidiu suspender os serviços, por falta de condições da estrada.

Para diversas famílias que haviam trocado suas casas mais ao sul para tentar a vida nas imediações da estrada, o abandono da BR-319 significou o início de dificuldades.

Planos de recuperação
Com o passar dos anos, o trecho entre Manaus e Humaitá foi sendo retomado pela floresta e hoje, em diversos trechos, não é possível ver sequer vestígios do asfalto.

Em 1996, o então presidente Fernando Henrique Cardoso incluiu a recuperação da rodovia no seu plano estratégico Brasil em Ação, mas o projeto nunca saiu do papel.

Coube ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva separar R$ 697 milhões para reabrir a rodovia, um investimento anunciado em 2007 como parte dos R$ 500 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) até 2010.

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, é um dos principais defensores da reabertura da estrada, que ele advoga desde a sua primeira passagem pela pasta, em 2005.

A rejeição do Ibama à concessão da licença, com diversas críticas ao estudo de impacto ambiental apresentado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura (Dnit), criou mal estar entre Nascimento e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, em julho.

Política
Na época, Minc disse que estava sob muita pressão pela aprovação da licença de recuperação da rodovia, mas que não cederia. O Ibama apresentou diversas exigências no seu parecer sobre o estudo de impacto ambiental encomendado pelo Dnit.

Minc afirmou então que a rodovia não poderia se transformar na "estrada da destruição" de uma das áreas mais preservadas da Amazônia. A briga, entretanto, se limita a um trecho de cerca de 400 quilômetros. No total, a BR-319 cobre uma distância aproximada de 900 quilômetros.

As obras de asfaltamento já começaram nas duas pontas da estrada.

Em 2008, o Exército começou a asfaltar 190 quilômetros próximos à cidade de Humaitá, e outros 215 quilômetros mais ao norte, levando a Manaus.

Para liberar o trecho central, o mais deteriorado, o Ibama exige a demarcação das unidades de conservação que foram criadas pelo governo no entorno da estrada, além de um sistema de monitoramento delas, e uma avaliação mais abrangente dos possíveis impactos da reabertura da BR-319. 
Inaugurada durante o Regime Militar, na década de 1970, a estrada foi pavimentada, mas não recebeu a devida manutenção e se deteriorou. Em alguns trechos, ainda é possível ver o asfalto e a sinalização originais. Em outros, a floresta toma a estrada. A BR-319 que tem 877 quilômetros de extensão e liga a capital do Amazonas à Porto Velho, em Rondônia. Atualmente vem sendo discutida por representantes  do Amazonas sua liberação junto com o Ministro de Transportes, devido entraves dos 400 quilômetros situados no meio da rodovia.
http://www.emtempo.com.br/representantes-do-am-discutem-liberacao-da-br-319-com-ministro-dos-transportes/


BR-319: recuperação e manutenção.

As obras de manutenção na BR-319 representam a atual força de trabalho na Rodovia Federal. No consórcio de três empresas existem atualmente 60 trabalhadores, que fazem serviços de recomposição na estrada que liga o Amazonas à Rondônia e, de lá, ao resto do país.

Segundo o engenheiro Márcio Bueno o número de trabalhadores deve aumentar, assim que o verão chegar. Segundo o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), engenheiro Fábio Porto Galvão, a prioridade é contratar mão de obra local.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

EQUIPE 9: CEA do trecho 2 da Av. das Flores.

De certa forma podemos dizer que o trabalho de análise de custo efetividade na avenida das flores (trecho 2) teve como foco o uso de um programa que pudesse simular o tráfego na região analisada. O simulador escolhido foi o software AIMSUN (http://www.aimsun.com/wp/). Após uma pesquisa inicial dos softwares disponíveis para teste o grupo acabou criando maior interesse pelo AIMSUN tendo em vista a quantidade de ferramentes e variáveis que este disponibilizava para a construção da simulação. A escolha acabou se confirmando como um acerto quando finalmente o grupo conseguiu acesso ao software e por conta das opiniões positivas expressadas pelo professor da disciplina e até mesmo ex-alunos da matéria. Segue abaixo um vídeo disponibilizado no canal do youtube da empresa AIMSUN.


quarta-feira, 15 de julho de 2015

equipe - 2 BRT ao redor do mundo

Quer aprender mais sobre BRT? Veja esse video e deixe o streetblog de Aaron Naparstek mostrar pra você com o Brt funciona em Bogota, Colômbia. De um olhada e você vera um eficiente, moderno e relativamente barato jeito de movimentar 1.3 milhão de pessoa/dia. Em Bogotá, o sistema Brt é chamado por um nome bem mais sexy, TransMilenio, viaja-se quese três vezes mais rápido que um típico ônibus de Nova York. A média de velocidade do TransMilenio é de 17,4 milhas por hora, com algumas rotas chegando a 25 milhas por hora, enquanto em Nova York a media é de 6,2 milhas por hora. Por alguns anos, o departamento de transporte de Nova york e o MTA vem estudando a possibilidade de um sistema Brt em alguns corredores, e se o projeto de lei do pedágio urbano do prefeito Bloomberg, uma parte significativa dos 354 milhões de dollars prometidos do fundo federal serão destinados a novas linhas de brt. Com esperança, o Brt de NY oferecerá características já vistas em Bogotá, como faixas segregadas, pré-pagamento, portas que abrem lateralmente no nível da parada e uma sala de controle que comanda todo o sistema. Essas características dão a Bogotá um sistema de ônibus que funciona de verdade. o texto se apresenta em inglês http://www.streetfilms.org/bus-rapid-transit-bogota/

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

EQUIPE 1

Hoje é o dia para a entrega do trabalho completo. A equipe um se esforçou para terminar no tempo estimado. Mesmo com algumas dificuldades para a coleta de dados e outras atividades acadêmicas em processo de conclusão, mediante a chegada do fim do período 2014/2, nós pudemos concluir nosso trabalho sobre IMPLANTAÇÃO DE PACOTES DE OBRAS NA AVENIDA CONSTANTINO NERY. Que todas as outras equipes tenham conseguido concluir de maneira excelente os seus trabalhos. Boa sorte a todos.

Fonte:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqhKGdsBEpKLDmNhgHjxfs4jl-dvVgjTzBwDkxiUudsPQTycPJf1vixpAaRFOHJRr-9kVhTqmAONJTSVniAvxTtAcSCPJgPw9gqEyOBdkBXCW09b66Ey9teh7cr5uI8f8q7_LktaV3y1-S/s1600/14_MVB_RIO_1503_raul.jpeg

Equipe 6: Rô-rô caboclo

Acertando os últimos detalhes para a entrega do trabalho escrito e torcendo para que nosso esforço se reflita num bom desempenho.
Independente do resultado, conquistamos bastante conhecimento sobre uma área pouco explorada e antes pouco conhecida por nós: o transporte aquaviário.

Boa noite!